Isso aconteceu há algum tempo, mas ainda vale muito. No dia do desfile de abertura da São Leopoldo Fest, em julho, eu saí do Bourbon Shopping e fui dar um passeio na Rua Grande. Meu destino final era o Ginásio Celso Morbach, para participar mais uma vez da Festa da cidade. Sou cadeirante e estava indo encontrar meu pai no caminho, perto do Banrisul para continuarmos a nossa jornada, pois ele foi estacionar o carro mais perto do Ginásio. Quando fui atravessar a Rua Lindolfo Collor, fiquei um bom tempo esperando, pois nenhum carro parava para que eu passasse. Foi quando um senhor chamado Francisco Miler, estava perto e me ajudou, fazendo um carro parar. Ele conversou comigo e perguntou se isso sempre acontecia, e infelizmente eu tive que responder que sim. Devido a correria do mundo atual, muitas pessoas não enxergam as outras. Aproveito para alertar às pessoas para a conscientização de que todos devem ajudar uns aos outros, além de lembrar que é muito importante pedir com licença, por favor, agradecer entre outras palavras que andam esquecidas por muita gente.
março 31, 2008
2 Comentários »
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É isso aí Bina! Tem que colocar a boca no trombone! Beijo amiga!
Comentário por Renata Osio — março 31, 2008 @ 2:57 pm
Com excecao da referencia q fizeste de supermercado, teu texto ta irreparavel.
Eh isso mesmo, Bina. Respeito deveria ser a virtude primeira de todos. Beijo!
Comentário por Juliano Rigatti — abril 3, 2008 @ 3:44 am